Desenvolvimento do projeto - Gêneros musicais
http://generosmusicais71c.blogspot.com.br/2012/04/desenvolvimento-do-projeto-generos.html
Esse site
foi criado por alunos do CTI Unesp, do 1° ano da turma de Informática
(Noturno - 2013), como parte de um trabalho anual das disciplinas
Laboratório de Informática Aplicada e Estatística.
Escolhemos
esse tema pois é um tema que temos grande interesse, descobrimos que é
um tema jovem e tem vários assuntos interessantes para serem tratados.
No decorrer dos posts vamos abranger várias reportagens com o tema "gêneros musicais".
Tema: Gêneros Musicais
Escolhemos esse tema por ser um tema abrangente e que temos grande interesse de saber mais.
No decorrer dos posts vamos ver várias
reportagens e notícias sobre o assunto em vários lugares do mundo.
Nosso objetivo é conhecer um pouco dos vários estilos musicais e
entender suas características e seu contexto. Hoje a música serve de
grande ferramenta, tanto para influenciar as pessoas como para fazê-las
sentir as emoções emitidas através de sua melodia. Todos os gêneros musicais compartilham um elemento em comum e estes elementos são:
- instrumentação (que instrumentos são mais frequentemente usados);-texto (conteúdo sacro, profano, romântico, idílico, etc.);
-função (prelúdio, encerramento, dança, ritual, etc.);
-estrutura (linear, segmentada, repetitiva, etc.);
-contextualização
(local de interpretação, contextualização geográfica, contextualização
cronológica, contextualização etnográfica, etc.).
Fonte: http://alunosweb.com.br/106/generos.html
Fonte: http://alunosweb.com.br/106/generos.html
Angelina Giacometti Neves Hajzok (esteve conosco no curso até o final do mês de agosto, mas optou por não continuar)
João Pedro Donaire Albino - E-mail para contato: joaodonaire3@gmail.com

A influência da música na sociedade
A música é a principal arte em todo o mundo. Desde tribos indígenas, até em grandes cidades, a música é em especial uma forte presença artística na cultura.
A música é a principal arte em todo o mundo. Desde tribos indígenas, até em grandes cidades, a música é em especial uma forte presença artística na cultura.
O feito de
cantar ou escutar uma canção pode desencadear efeitos emocionais numa
pessoa. Tristeza, alegria, nostalgia, raiva, muitos são os sentimentos
que veem aos ouvintes da música.
Estes sentimentos, quando contidos em várias pessoas, podem gerar
movimentos sociais. Como exemplo, os movimentos: punk, grunge,
alternativo e emotivo (este, o mais popular no Brasil). Muitos
movimentos buscavam, como meta, uma maior liberdade de expressão e uma
melhor qualidade de vida na sociedade.
Portanto, a música
pode ser considerada uma das artes que mais influenciam na sociedade.
Por isso, muitas mídias optam pela monopolização do mercado fonográfico.
Se há décadas era a censura a principal vilã, agora é a alienação, o
controle do que vai ou não fazer sucesso. Isso somado ao descaso pela
qualidade musical atual na sociedade brasileira, especialmente nas
classes mais pobres, provocando um declínio cultural.
Ocorrendo o
declínio cultural, ocorre juntamente o declínio da educação, com o
declínio da educação, aumenta a facilidade de alienação. Situação
perfeita para os políticos, burgueses e outros monopolizadores da nossa
sociedade. É só observar em volta, liga o rádio e escuta o que está
tocando, liga a TV no domingo e vê os grupos convidados para tocar nos
programas, provavelmente não são grupos tocando canções com letras bem
elaboradas e que falem sobre questões sociais, certo?
No Brasil, é predominante o movimento cultural emotivo. Isso porque são produzidas em exagero músicas
que só falam de amor, isso é visto em todos os estilos. Não que falar
de amor seja algo ruim, o problema é que as grandes emissoras só colocam
obras com esse tipo de tema para tocar, parecendo até que estamos num
filme de amor, onde tudo são flores.
A população tem
que entender como é preciso uma melhoria na arte nacional, pois através
dessa melhoria poderão ocorrer efeitos muito significativos na
educação. Projetos sociais com o intuito de incentivar as crianças a
trabalhar com a música e a
arte em geral, especialmente nas favelas, facilidade ao acesso a
instrumentos musicais, e entre outras ações que podem, juntais,
modificar aos poucos a cultura da nossa sociedade, melhorando assim, a
nossa qualidade de vida.
A música, no
que concerne ao repertório, pode ser classificada em gêneros e estilos, a
partir máxime dos elementos musicológicos específicos considerados (a
saber, por exemplo: instrumentação e tessitura vocal; forma e estrutura;
fórmula de compasso; ritmo; andamento; harmonia e contraponto; etc.),
isso quando não se consideram, mais além, a forma ou o conteúdo do texto
aplicado (letra ou libretto, no caso específico da música vocal), a
funcionalidade (eis, por exemplo, o caso tanto das trilhas sonoras para
produções cinematográficas ou televisivas quanto dos jingles e vinhetas
publicitárias para veículos de radiodifusão) ou mesmo a data histórica
em que a peça musical foi escrita (concernente à escola musical).
Referidas
classificações são, não raro, arbitrárias e controversas, implicando,
quase não quase sempre, discussões e até mesmo polêmicas, não só nos
círculos sociais especializados (a citar, por exemplo, os círculos
acadêmicos ou de musicólogos), mas outrossim entre o público ouvinte ou
espectador. Tamanha dificuldade quanto à classificação do repertório
musical em gêneros e estilos se acentua ainda mais a partir do início do
século XX, quando, a partir do advento da música eletrônica (música que
se utiliza também de recursos eletrônicos, fazendo ou não uso dos
recursos acústicos), dadas maiores possibilidades criativas e
interpretativas, os gêneros e estilos musicais, quantitativamente,
multiplicam-se incontavelmente, mormente dentro da música popular.
Muitos não
acreditam em uma classificação genérica de gêneros e estilos musicais
logicamente consistente (opinião, aliás, que tem se constituído em
tendência atualmente), bem como outros argumentam que a classificação,
independente de motivo, acarreta necessariamente limitações (limitações
estas que impõem fronteiras ao processo criativo e que, por conseguinte,
prejudicam diretamente a evolução da música) - ainda que ninguém negue a
possibilidade de se estabelecer semelhanças entre essa ou aquela peça
musical, entre o estilo desse ou daquele artista ou grupo musical.
Enfim, é lídimo
asseverar que os graus de popularidade em determinada região geográfica
ou de complexidades criativa e interpretativa de um determinado gênero
ou estilo musical são diretamente proporcionais ao número de subgêneros
desse mesmo gênero ou estilo musical.
- Banda Sonora (ou Trilha Sonora)
Banda Sonora para o Cinema
- Bandas Sonoras Cinematográficas
- Cinema
Desenhos Animados
- Espionagem
- Original
- Temas Cinematográficos.
- Banda Sonora da TV
- Bandas Sonoras Televisivas
- Hinos Desportivos
- Gravações de Elenco
- Peças de Teatro
- Blues
- Country
- Eletrônica
- Folk
- Gospel
- Jazz
- Rap
- Reggae
- Rock'N'Roll
- Vocal
História da Música
A origem da palavra
‘música’ vem do grego mousikê, que significa “arte das musas”. Música
pode ser definida como “arte e ciência de combinar harmoniasamente os
sons”.
Não é possível definir exatamente quando a música surgiu. Ao longo da história inúmeros gêneros e estilos musicais foram produzidos. Da época medieval, passando pela renascentista, barroca, clássica e romântica, nomes como Bach, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Chopin, Wagner e Villa-Lobos são personagens desse mundo da musicalidade.
Na fase moderna, Jazz,
Samba, Chorinho, Blues, Bossa Nova, Rock, Pop, Tropicália, Soul Music,
Reggae e MPB foram movimentos que marcaram época e tornaram
inesquecíveis nomes como Louis Armstrong, Cartola, João Gilberto,
Beatles, Madonna, Caetano Veloso, Bob Marley, Tom Jobim, Caetano Veloso,
Elis Regina e muitos outros.
Na
antiguidade, a música era utilizada com a finalidade de reverenciar
Deus, sendo classificada como Divina (religiosa). Com o tempo a primeira
arte saiu do âmbito sagrado, alcançou as massas, o lucro e a fama,
sendo chamada de profana ou pagã.
A
música influencia comportamentos, épocas e atitudes. Os roqueiros e
punks são exemplos de tribos urbanas ‘rotuladas’ através do seu estilo
musical preferido. De acordo, com as últimas descobertas da ciência, a
música também possui um grande poder curativo. Ela estimula, acalma,
alegra, entristece, cura… Possui um profunda ligação com nossos
sentimentos.
Como se definem os estilos musicais?
Invisível
e impalpável, a música é certamente a mais maleável de todas as formas
de expressão. Essas qualidades tornam extremamente difícil e ingrata a
tarefa de descrevê-la, classificá-la e rotulá-la. Dá para dizer, porém,
que sua base é o ritmo, ou pulsação - que deve ter sido a primeira
manifestação musical humana. Muito antes de existirem tambores, o homem
provavelmente já dançava, marcando o ritmo com palmas ou batendo o pé.
"As primeiras músicas compostas pelo ser humano acompanhavam danças
ligadas a cerimônias religiosas", diz o antropólogo Rafael de Menezes,
da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Não é à-toa, portanto,
que os diferentes tipos de ritmo sempre ajudaram a definir gêneros e
estilos. O segundo elemento básico de uma composição musical é a melodia
(seqüência de notas), que deve ter surgido com o canto também muito
antes de existirem os primeiros instrumentos: flautas feitas de osso,
datadas do final da Idade da Pedra, entre 10 mil e 20 mil anos atrás.
Só muito tempo depois se desenvolveu a harmonia - a arte e a ciência de combinar as notas musicais em um todo coerente, não só em melodias, como em acordes (blocos de notas tocadas simultaneamente). "Foi uma evolução de séculos, que se deu principalmente a partir da Idade Média, quando a harmonia passou a adquirir maior relevância", afirma o maestro Júlio Medaglia. A relação entre ritmo, melodia e harmonia seria, assim, o primeiro passo na definição de um estilo musical - mas, muitas vezes, isso ainda não basta. Há vários estilos cuja identidade está ligada também a outros fatores - dos instrumentos utilizados à origem étnica (razão pela qual se fala em ritmos latinos e africanos), ao conteúdo emocional das letras (como os lamentos do blues ou do fado português) e até ao modo de interpretação (como a improvisação, característica essencial do jazz). Para complicar, hoje em dia ocorre todo tipo de fusão de estilos.
"Essa é uma arte que pode tudo", diz o musicólogo David Horne, diretor do Institute of Popular Music, em Liverpool, na Inglaterra. Segundo ele, não existe mais uma fronteira clara nem entre gêneros como o clássico e o popular, que historicamente sempre foram bem diferentes. "As fronteiras entre os estilos musicais estão cada vez mais indefinidas e essa flexibilidade é uma característica da própria música enquanto forma de arte", afirma Horne.
Ingredientes de uma composição
A música é composta de três elementos-chave:
RITMO - o compasso define a marcação rítmica. Um dos mais comuns é o quaternário, ou 4/4 - uma batida forte e três fracas - que também pode ser representado por símbolo.
HARMONIA - A arte e a ciência de combinar notas em um conjunto coerente é o elemento mais complexo da música. Ela se expressa na formação de acordes, blocos de notas tocadas ao mesmo tempo - por isso diz-se que é o aspecto vertical da música. A harmonia define também o tom de uma peça. Aqui, a clave de Sol sozinha, sem nenhum sinal de bemol ou sustenido, indica que a tonalidade é dó maior.
MELODIA - A sequência de notas, enfileiradas como as palavras em uma frase, compõem a melodia. Costuma-se dizer que são o aspecto horizontal da música.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-se-definem-os-estilos-musicais
Só muito tempo depois se desenvolveu a harmonia - a arte e a ciência de combinar as notas musicais em um todo coerente, não só em melodias, como em acordes (blocos de notas tocadas simultaneamente). "Foi uma evolução de séculos, que se deu principalmente a partir da Idade Média, quando a harmonia passou a adquirir maior relevância", afirma o maestro Júlio Medaglia. A relação entre ritmo, melodia e harmonia seria, assim, o primeiro passo na definição de um estilo musical - mas, muitas vezes, isso ainda não basta. Há vários estilos cuja identidade está ligada também a outros fatores - dos instrumentos utilizados à origem étnica (razão pela qual se fala em ritmos latinos e africanos), ao conteúdo emocional das letras (como os lamentos do blues ou do fado português) e até ao modo de interpretação (como a improvisação, característica essencial do jazz). Para complicar, hoje em dia ocorre todo tipo de fusão de estilos.
"Essa é uma arte que pode tudo", diz o musicólogo David Horne, diretor do Institute of Popular Music, em Liverpool, na Inglaterra. Segundo ele, não existe mais uma fronteira clara nem entre gêneros como o clássico e o popular, que historicamente sempre foram bem diferentes. "As fronteiras entre os estilos musicais estão cada vez mais indefinidas e essa flexibilidade é uma característica da própria música enquanto forma de arte", afirma Horne.
Ingredientes de uma composição
A música é composta de três elementos-chave:
RITMO - o compasso define a marcação rítmica. Um dos mais comuns é o quaternário, ou 4/4 - uma batida forte e três fracas - que também pode ser representado por símbolo.
HARMONIA - A arte e a ciência de combinar notas em um conjunto coerente é o elemento mais complexo da música. Ela se expressa na formação de acordes, blocos de notas tocadas ao mesmo tempo - por isso diz-se que é o aspecto vertical da música. A harmonia define também o tom de uma peça. Aqui, a clave de Sol sozinha, sem nenhum sinal de bemol ou sustenido, indica que a tonalidade é dó maior.
MELODIA - A sequência de notas, enfileiradas como as palavras em uma frase, compõem a melodia. Costuma-se dizer que são o aspecto horizontal da música.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-se-definem-os-estilos-musicais
A música na África
Na sociedade
africana, a música é um elemento indispensável no cumprimento de certos
ritos sociais e religiosos. Os instrumentos musicais não servem apenas
para tocar, aparecendo, similarmente, como veículos de correspondência
com os outros e com a divindade. Por vezes, adquirem o poder de invocar
entes espirituais com fins curativos e, nalguns casos, tornam-se mesmo
a voz da divindade e dos antepassados.
A expressão «música africana» não é correta. Seria mais exato falar de «músicas africanas tradicionais», uma vez que a África é um mosaico de grupos étnicos, cada um com o seu património histórico e cultural próprio. Contudo, apesar das numerosas e variadas singularidades das tradições musicais de cada povo, notam-se nessas tradições muitas características técnicas, culturais e sociais comuns, fruto de contactos e intercâmbios recíprocos.
Um dos influxos culturais que a África sofreu veio do exterior. A partir do século VII, deu-se a introdução da cultura árabe. O alargamento às zonas subsarianas prolongou-se nos séculos seguintes. A influência islâmica fez-se sentir sobretudo no âmbito dos instrumentos musicais.
A música africana não adotou nem o sistema de escrita nem as pautas. Toca-se de ouvido e a sua harmonia não é complexa, andando vinculada à melodia e às escalas, enquanto que a música europeia, nomeadamente após o barroco, se baseia essencialmente no sistema de acordes. Emprega, na essência, a escala pentatónica, embora, por vezes, se sirva, de igual modo, da escala de seis e sete tons e, inclusive, de escalas mais alargadas.
Outros predicados a ter em conta: vincula um tempo fraco a um forte, obtendo desta forma a troca de acento (síncope); a improvisação; a presença da percussão e a estrutura antifónica (entoação e réplica), frequente nos cânticos.
Mas a particularidade que mais chama a atenção é a polirritmia, ou seja, o facto de uma mesma composição poder ser usada em dois ou mais ritmos diferentes. Além disso, o cantor acrescenta maior complexidade ao ritmo batendo as palmas e os pés.
Fonte: http://www.ruadireita.com/musica/info/a-musica-na-africa/
A expressão «música africana» não é correta. Seria mais exato falar de «músicas africanas tradicionais», uma vez que a África é um mosaico de grupos étnicos, cada um com o seu património histórico e cultural próprio. Contudo, apesar das numerosas e variadas singularidades das tradições musicais de cada povo, notam-se nessas tradições muitas características técnicas, culturais e sociais comuns, fruto de contactos e intercâmbios recíprocos.
Um dos influxos culturais que a África sofreu veio do exterior. A partir do século VII, deu-se a introdução da cultura árabe. O alargamento às zonas subsarianas prolongou-se nos séculos seguintes. A influência islâmica fez-se sentir sobretudo no âmbito dos instrumentos musicais.
A música africana não adotou nem o sistema de escrita nem as pautas. Toca-se de ouvido e a sua harmonia não é complexa, andando vinculada à melodia e às escalas, enquanto que a música europeia, nomeadamente após o barroco, se baseia essencialmente no sistema de acordes. Emprega, na essência, a escala pentatónica, embora, por vezes, se sirva, de igual modo, da escala de seis e sete tons e, inclusive, de escalas mais alargadas.
Outros predicados a ter em conta: vincula um tempo fraco a um forte, obtendo desta forma a troca de acento (síncope); a improvisação; a presença da percussão e a estrutura antifónica (entoação e réplica), frequente nos cânticos.
Mas a particularidade que mais chama a atenção é a polirritmia, ou seja, o facto de uma mesma composição poder ser usada em dois ou mais ritmos diferentes. Além disso, o cantor acrescenta maior complexidade ao ritmo batendo as palmas e os pés.
Fonte: http://www.ruadireita.com/musica/info/a-musica-na-africa/
Música folclórica
Durante o século XX, o termo "folk music"
recebeu um segundo significado: um tipo específico de música popular
que é descendência cultural da música tradicional rural, ou de outro
modo influenciada por ela.
Entendida na
primera significaçāo, a música folclórica sobrevive melhor em zonas onde
a sociedade, geralmente rural, ainda não é afetada pela comunicação de
massas e pela comercialização da cultura. Era geralmente partilhada e
executada pela comunidade como um todo, sendo muitas vezes transmitida
pela tradição não escrita.
As canções
tradicionais de um povo tratam de quase todos os tipos de atividades
humanas. Assim, muitas destas canções expressam crenças religiosas ou
políticas de um povo ou descrevem sua história. A melodia e a letra de
uma canção popular podem sofrer modificações no decorrer de um tempo,
pois normalmente a transmissão é oral e passam de geração em geração.
Vertentes
As "canções de dança"
são um dos tipos mais antigos de música popular. Cantadas como
acompanhamento para danças, o nome de seus compositores perdeu-se no
tempo. Muitas são ainda associadas ao lugar de origem, como a gavota
francesa, a mazurca e a polca, da Polônia, o fado e o vira de Portugal, e
a tarantela, da Itália.
As canções lendárias são geralmente de origem semi-conhecida, às vezes literária, e têm caráter poético. Expressam os acontecimentos interpretados através da perspetiva do cantor. São exemplos disso os romances de tema épico ou criminoso.
As danças e jogos infantis são transmitidas por uma peculiar camada da sociedade que, nāo utilizando a escritura como meio de transmissāo, assemelha à sociedade rural adulta.
No Brasil são geralmente de origem européia e reduzem-se praticamente às cantigas de roda. Algumas são de criação nacional com influência das modinhas (como "Nesta Rua tem um Bosque"; outras têm influência africana (como "Sambalelê").
As danças populares de sociedade podem ser divididas em dramáticas e não dramáticas. As dramáticas compreendem uma parte representada e têm um tema determinado, como por exemplo Bumba-meu-boi do Norte do Brasil. As não dramáticas não contêm elementos de representação. No Brasil a maior parte delas segue duas espécies de formação: em roda, às vezes com solista no centro de origem africana ou portuguesa ou em fileiras opostas, de origem indígena ou nacional.
As canções lendárias são geralmente de origem semi-conhecida, às vezes literária, e têm caráter poético. Expressam os acontecimentos interpretados através da perspetiva do cantor. São exemplos disso os romances de tema épico ou criminoso.
As danças e jogos infantis são transmitidas por uma peculiar camada da sociedade que, nāo utilizando a escritura como meio de transmissāo, assemelha à sociedade rural adulta.
No Brasil são geralmente de origem européia e reduzem-se praticamente às cantigas de roda. Algumas são de criação nacional com influência das modinhas (como "Nesta Rua tem um Bosque"; outras têm influência africana (como "Sambalelê").
As danças populares de sociedade podem ser divididas em dramáticas e não dramáticas. As dramáticas compreendem uma parte representada e têm um tema determinado, como por exemplo Bumba-meu-boi do Norte do Brasil. As não dramáticas não contêm elementos de representação. No Brasil a maior parte delas segue duas espécies de formação: em roda, às vezes com solista no centro de origem africana ou portuguesa ou em fileiras opostas, de origem indígena ou nacional.
Música clássica
Música clássica ou música erudita
é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada
nas tradições da música secular e litúrgica ocidental, que abrange um
período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente, e
segue cânones preestabelecidos no decorrer da história da música. As
normas centrais desta tradição foram codificadas entre 1675 e 1900,
intervalo de tempo conhecido como o período da prática comum.
Segundo o
Dicionário Grove de Música, música erudita é música que é fruto da
erudição e não das práticas folclóricas e populares. O termo é aplicado a
toda uma variedade de músicas de diferentes culturas, e que é usado
para indicar qualquer música que não pertença às tradições folclóricas
ou populares.
A música
ocidental distingue-se de outras formas de música, principalmente, por
seu sistema de notação em partituras, em uso desde o século XVI. O
sistema ocidental de partituras é utilizado pelos compositores para
prescrever, a quem executa a obra, a altura, a velocidade, a métrica, o
ritmo e a exata maneira de se executar uma peça musical. Isto deixa
menos espaço para práticas como a improvisação e a ornamentação ad libitum,
que são ouvidas frequentemente em músicas não europeias (ver música
clássica da Índia e música tradicional japonesa) e populares. O gosto do
público pela apreciação da música formal deste gênero vem entrando em
declínio desde o fim do século XX, marcadamente nos países anglófonos.
Este período viu a música clássica ficar para trás do imenso sucesso
comercial da música popular, embora o número de CDs vendidos não seja o
único indicador da popularidade do gênero.
História do Rock
Origens do rock
Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos
nos anos 50
(década de 1950).. Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música,
o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o
country. Uma das características mais importantes do rock era o acompanhamento
de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante,
caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez num programa de
rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.
A rock na década de 1950: primeiros passos
É
a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam
com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo
mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake,
Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis
Presley. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O
roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956,
Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias. Nesta década, outros
roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.
O rock nos anos 60:
rebeldia e transgressão
Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior
sucesso de todos os tempo : The
Beatles. Os quatro jovens de Liverpool
estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me
do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta
década.
A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.
No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.
A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.
No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.
O rock nos anos 70: disco
music, pop rock e punk rock
Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação
da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e
pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin,
Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma
conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos
de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton
John, Brian Ferry e David Bowie.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.
Anos 80: um
pouco de tudo no rock
A
década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new
wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The
Clash, The Smith, The Police.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.
Anos 90: década
de fusões e experimentações
Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do
sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers
e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e
fazendo grande sucesso.
Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.
O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.
Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.
O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.
O Rock no Brasil
O
primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora.
Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido
Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem
Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e
Wanderléa. Com letras românticas e
ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
Prévia da apresentação de nosso trabalho, que aconteceu na noite de 31 de agosto de 2012 no auditório do Colégio
Apresentação final do trabalho, no dia 05 de outubro de 2012, com a presença das turmas do 2o. e 3o. ano de Informática entre os que assistiram

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